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25 de fevereiro de 2018

  ♥ A lenda do girassol...♥

* Trouxe lá da Catarina

Era uma vez uma estrela que sentia um grande amor pelo Sol.


Antes de o Sol desaparecer no horizonte, ela era a primeira a chegar para o ver mesmo que por breves momentos. Quando o Sol se punha, a estrela não conseguia conter as lágrimas... e chorava... chorava...


A Lua tentava fazer-lhe ver que ela não podia continuar a viver assim, neste desespero, que ela tinha nascido para brilhar de noite e para lhe fazer companhia. Mas a estrela estava a ficar cada vez mais apaixonada.


Um dia, a estrela teve uma ideia. Foi falar com o Rei dos Ventos para lhe pedir ajuda. Gostaria de poder olhar o sol eternamente...


O Rei dos Ventos respondeu-lhe que não podia satisfazer o seu pedido a não ser que decidisse viver na Terra. Só assim a poderia ajudar, pois neste caso ela deixaria de ser estrela.


Ao ouvir a resposta do Rei dos Ventos ficou tão feliz que se tornou estrela cadente imediatamente, caindo na Terra em forma de semente.


Mantendo a sua promessa de a ajudar, o Rei dos Ventos plantou a semente com todo o cuidado e regava-a todos os dias com muito carinho.


Os dias foram passando e a sementinha, aos poucos, tornou-se numa planta que crescia, crescia, aproximando-se cada vez mais do Sol.


Quando as suas pétalas se abriram, começaram a seguir o sol o dia inteiro... Como ela era feliz!!


E foi assim que as suas pétalas ficaram da cor do seu querido Sol.

17 de fevereiro de 2018

  ♥ Comida afetiva ou Medo de Comida...♥

Esse texto li e adorei! Trouxe lá da ANA PAULA pois achei lindo e ótimo para uma leitura de enfeitar domingos...

Convido a leitura e encantamento...

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"Não é tão saudável, mas é comida de conforto que aquece a alma."

Comida afetiva não é o melhor título para esta postagem.


Medo de comida. Agora sim, é sobre isto que quero dialogar com vocês.


Não sei se vocês já esbarraram por aí, internet afora, nessas hashtags - #comida afetiva #comida de conforto #nao tao saudavel #alimentação emocional.


Num primeiro olhar, é bonito, é poético, porém eu comecei a colocar bastante atenção no fenômeno e percebi algo escondido por trás da linda comida afetiva.


A frase que abre esta postagem exemplifica minha percepção.


O contexto era uma bonita foto numa mesa de toalha e louça claras, flor, e um prato de talharim de encher os olhos e dar água na boca.

Mas junto a esse cenário e momento bonito, apetitoso, vem a justificativa - não é tão saudável, mas é comida de conforto que aquece a alma.


E tantas outras postagens cuja legenda esconde e justifica um medo. "Olha, mas não é fritura viu?!"

"Ah, não é sempre que eu como isso, é porque minha avó fez né?!" "De vez em quando pode".


Estamos com medo da comida e por isso nos justificamos tanto.


Afastamos-nos tanto da comida caseira, ganhamos muito conhecimento com novas descobertas, pesquisas, somos constantemente assolados por notícias de famosos que comem "tal e tal"para se manterem jovens, não comem isso porque faz mal, ou comem aquilo porque faz muito bem. E além de perdidos com tanta confusão, o medo está assombrando nossas fotos mais lindas de comida.


Disfarçamos com nossas justificativas.


E sentimos vontade, necessidade dessa comida afetiva, dessa comida que aquece a alma.


E não deveríamos ter medo dela.


Equilíbrio, moderação, temperança é o que nos faz bem.


Por outro lado, há um movimento sem medo. Um movimento com alegria de resgate dos antigos cadernos de receita de nossas avós, mães, tias, madrinhas.


Ah! Como eu me lembro de minha mãe recortando "selos" que vinham na embalagem do café Seleto; mandou-os todos pelo correio e recebeu um livro em espiral, capa verde com receitas.


Já folheei cadernos de receita amarelados, uma e outra mancha de um dedo engordurado.


E para não ter medo de comida, duas fotos que estavam no meu celular.

Foram tiradas em julho deste ano, lá na fazenda onde mora Tiana, minha sogra.

A legenda é longa:

Os dias de férias foram passados lá. Montanhas cercam a casa. O vizinho próximo, uns cinco, dez minutos de carro. Ao redor, vacas, pasto, café plantado, mudas de café, casal de gansos, galinhas soltas.

Compra do mês é literal ali. Nos outros 29 dias, corre lá na horta e apanha tomatinhos para a salada.


Eu achei na despensa uma caixinha de leite condensado, um achocolatado para vencer e não tive dúvidas: fogo, manteiga na panela e vamos de brigadeiro de colher.

Minha sogra que pouco enxerga, começou a me rodear na beira do fogão. E eu ralhando com ela para sair dali.

Não adiantou. Ficou ali em roda até eu colocar o doce no prato e como ela já estava trocada, banho tomado, falei bravo para ela sair dali que iria se sujar na pia.

Então ela me revelou o que queria:



"Me dá a panela que eu quero "rapá"

Tô aqui te rodeando que é pra você não colocar água na panela!

Saiu de perto de mim e foi raspar a panela em paz debruçada na sua janela!



10 de fevereiro de 2018

  ♥ Reflexão ... ♥
 




Por meio de orações em que a autonomia individual é respeitada, a consciência do peregrino se torna um templo ativo. Esta é uma oração para o início do final de semana:



“Nós exaltamos a Lei Universal, e agradecemos a ela por todas as bênçãos da semana que agora termina.


Agradecemos pela vida, pela saúde, e pela força; pela casa, pelo amor e pela felicidade; pela disciplina das provações e tentações; pela felicidade do nosso êxito e prosperidade.


A Lei estabelece: em seis dias devemos fazer todo o nosso trabalho, e o sétimo dia deve ser dedicado à contemplação da lei e ao descanso.


A Lei Universal nos eleva pelas bênçãos do trabalho, e nos santifica no amor e na graça pelas bênçãos do descanso.”


Em cada instância do mundo, o modo ótimo de agir inclui o hábito de consultar nossa consciência interna. Se ouvirmos a voz do silêncio, nossa existência mudará para melhor – em meio a desafios significativos – e poderemos trabalhar mais tempo, ficando menos cansados.

Aprender a viver é uma forma de alquimia interior.


3 de fevereiro de 2018

  ♥Um questionamento... ♥
 



A falta de compaixão pelo semelhante é muitas vezes o início de animosidades que a ninguém serve. Porquê a guerra e não o amor?